COOKING IN SOUTH AFRICA
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A EDIÇÃO QUE VIVEMOS

Há viagens que se recordam pelos lugares.
Esta ficou nas pessoas.

Durante oito dias, entramos em cozinhas, casas, vinhas e paisagens que revelaram o Cabo por dentro. Cozinhamos, provamos, escutamos e permanecemos à mesa tempo suficiente para que cada encontro se transformasse em memória.

CAPE TOWN E WINELANDS8 DIASUMA MESMA MESA
Entrar na memória ↓
Convidados reunidos diante do vale de Franschhoek ao fim do dia
Franschhoek · a edição que vivemos

ANTES DE SER MEMÓRIA

Foi encontro.

Chegamos ao Cabo como um grupo de viajantes. Aos poucos, as apresentações deram lugar às conversas, os lugares à mesa deixaram de ser marcados e cada novo anfitrião passou a fazer parte da nossa história.

Não atravessamos a região apenas para provar pratos ou conhecer propriedades. Entramos nos espaços onde aquelas histórias realmente acontecem: uma cozinha no Bo-Kaap, uma biblioteca de vinhos em Constantia, a casa de um chef, uma adega aberta para o grupo, uma mesa voltada para as montanhas.

No final, já não recordávamos apenas o que tínhamos provado. Recordávamos com quem estávamos quando aconteceu.

Reuben Riffel conversa com os convidados à mesa de sua casa
Uma cozinha privada. Uma conversa sem distância.
Convidados cozinham ao lado de Reuben Riffel
O grupo deixa de assistir e passa a fazer parte.

O QUE VIVEMOS

Seis memórias.
Uma história contínua.

Os dias organizam o arquivo. As experiências revelam aquilo que permaneceu.

Entramos pela cozinha.
01

BO-KAAP · CAPE TOWN

Entramos pela cozinha.

No Bo-Kaap, o primeiro gesto não foi contemplar a cidade, mas cozinhar com quem guarda suas receitas. Especiarias, mãos e histórias transformaram a cozinha Cape Malay em nossa primeira linguagem comum.

Ler o Capítulo 01
Provamos o tempo.
02

KLEIN CONSTANTIA · VIN DE CONSTANCE

Provamos o tempo.

Em Constantia, o vinho deixou de ser apenas uma prova. Tornou-se uma forma de atravessar séculos, perdas, regressos e decisões que continuam vivas em cada safra.

Ler o Capítulo 02
O Cabo mudou de escala.
03

TABLE MOUNTAIN · KIRSTENBOSCH · KLEIN KAROO

O Cabo mudou de escala.

Vimos a cidade do alto, retornamos ao detalhe de uma mesa junto ao mar e atravessamos um jardim que guarda uma biodiversidade única. Depois das montanhas, o silêncio mais amplo do Klein Karoo mudou novamente a paisagem.

Ler os Capítulos 03 e 04
A mesa se tornou paisagem.
04

MONT ROCHELLE · LA PETITE FERME · BABYLONSTOREN

A mesa se tornou paisagem.

Em Franschhoek, a montanha não permaneceu do lado de fora. Entrou na taça, acompanhou o almoço e ficou conosco enquanto a luz descia sobre as vinhas.

Ler o Capítulo 05
A distância desapareceu.
05

STELLENBOSCH · HELDERBERG

A distância desapareceu.

Na casa de Reuben Riffel, não havia palco nem plateia. Cozinhamos, perguntamos, almoçamos e permanecemos. Em Waterford, o vinho foi contado por quem acompanha o solo, as vinhas e cada safra por dentro.

Ler os Capítulos 06 e 07
O oceano fechou o círculo.
06

FALSE BAY · PENÍNSULA DO CABO · BEAU CONSTANTIA

O oceano fechou o círculo.

A viagem começou diante do Atlântico e terminou entre as duas costas da Península. Na última mesa, paisagem, cozinha, anfitriões e grupo já não eram partes separadas da experiência.

Ler o Capítulo 08
Grace Ilanga recebe o grupo em uma cozinha de Cape TownAbraço registrado durante a última mesa da edição

QUEM NOS ABRIU AS PORTAS

Pessoas transformaram lugares em encontros.

A experiência não foi construída apenas por endereços. Cada mesa ganhou sentido por meio de quem recebeu, cozinhou, explicou e permaneceu conosco.

  • Grace IlangaMemória e cozinha Cape Malay
  • Ryan ColeO oceano em linguagem contemporânea
  • Matthew DayVinho, tempo e Constantia
  • Franck DangereuxTécnica e hospitalidade junto ao mar
  • Reuben RiffelCozinha, casa e memória
  • David van SchalkwykSolo, vinha e Helderberg
  • Ivor JonesCozinha e paisagem em Beau Constantia

DIÁRIO DE BORDO

Oito dias.
Oito capítulos para voltar.

A sequência completa permanece disponível para quem deseja percorrer a edição dia após dia.

O QUE FICOU DEPOIS DA VIAGEM

A viagem terminou.
A mesa continua.

Ficaram as receitas anotadas, os vinhos que passaram a carregar histórias, os nomes de quem nos recebeu e as fotografias que devolveram ao grupo momentos que pareciam ter passado depressa demais.

Ficou também uma forma diferente de compreender o Cabo: não como uma coleção de restaurantes, propriedades e paisagens, mas como uma rede de pessoas que cultivam, cozinham, recebem e transmitem.

PRÓXIMA EDIÇÃO · 14–22 MAIO 2027 · 16 CONVITES

Esta história não se repete.
A forma de viajar, sim.

Regressamos ao Cabo com novos encontros e o mesmo compromisso: tempo, proximidade e uma mesa suficientemente pequena para que cada convidado faça parte da história.Conhecer a próxima edição →
A costa da Península do Cabo no encerramento da edição