Chegamos ao Cabo como um grupo de viajantes. Aos poucos, as apresentações deram lugar às conversas, os lugares à mesa deixaram de ser marcados e cada novo anfitrião passou a fazer parte da nossa história.
Não atravessamos a região apenas para provar pratos ou conhecer propriedades. Entramos nos espaços onde aquelas histórias realmente acontecem: uma cozinha no Bo-Kaap, uma biblioteca de vinhos em Constantia, a casa de um chef, uma adega aberta para o grupo, uma mesa voltada para as montanhas.
No final, já não recordávamos apenas o que tínhamos provado. Recordávamos com quem estávamos quando aconteceu.