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A PRIMEIRA EDIÇÃO · OUTUBRO 2025
O Cabo permaneceu
nas pessoas.
Um arquivo vivo de histórias escritas a partir do que realmente cozinhamos, provamos, percorremos e compartilhamos no Cabo.Começar a ler ↓

MATÉRIA DE CAPA · REUBEN RIFFEL
Quando a cozinha
deixou de ter plateia.
Na casa de Reuben Riffel, em Stellenbosch, percebemos que acesso não é estar mais perto de um chef. É deixar de existir distância suficiente para que a experiência continue sendo apenas uma apresentação.
Entrar na história →HISTÓRIAS ESSENCIAIS
Cultura, vinho e território
contados por dentro.
Uma cozinha no Bo-Kaap, a passagem do tempo em Klein Constantia e o trabalho da vinha em Waterford. Três caminhos para conhecer o Cabo através de quem nos recebeu.

Cozinhar a memória do Cabo
No Bo-Kaap, entendemos que uma receita pode ser muito mais do que uma forma de chegar a um prato. Pode ser uma maneira de uma comunidade continuar a contar a própria história.
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O tempo dentro da taça
Em Klein Constantia, percebemos que provar um vinho pode ser uma maneira de atravessar séculos — desde que a história não seja tratada como peça de museu.
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O vinho começa antes da taça
Em Waterford Estate, a prova começou no solo. E foi isso que tornou o vinho mais interessante quando finalmente chegou ao copo.
Entrar na história →TEMPORADA 1 · 20 MATÉRIAS
Histórias para entrar
por assunto.
Escolha um assunto e reencontre a edição pelas cozinhas, pelos vinhos, pelas paisagens ou pelas pessoas que ficaram na memória.

Quando a cozinha deixou de ter plateia
Na casa de Reuben Riffel, em Stellenbosch, percebemos que acesso não é estar mais perto de um chef. É deixar de existir distância suficiente para que a experiência continue sendo apenas uma apresentação.
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Cozinhar a memória do Cabo
No Bo-Kaap, entendemos que uma receita pode ser muito mais do que uma forma de chegar a um prato. Pode ser uma maneira de uma comunidade continuar a contar a própria história.
Ler esta história →
O tempo dentro da taça
Em Klein Constantia, percebemos que provar um vinho pode ser uma maneira de atravessar séculos — desde que a história não seja tratada como peça de museu.
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O vinho começa antes da taça
Em Waterford Estate, a prova começou no solo. E foi isso que tornou o vinho mais interessante quando finalmente chegou ao copo.
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O oceano como primeira linguagem
No primeiro jantar da edição, o oceano não apareceu apenas pela janela. Entrou na narrativa.
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Uma cidade que também se prova em grãos
Nem todas as experiências que permanecem precisam ser grandiosas. Algumas duram o tempo de uma xícara de café — e ainda assim ajudam a entender uma cidade.
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Cape Town vista de cima, compreendida de perto
Há cidades que precisam ser caminhadas. Cape Town também precisa, em algum momento, ser vista de cima.
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Técnica sem cerimônia
Nem toda cozinha tecnicamente ambiciosa precisa chegar à mesa carregada de solenidade.
Ler esta história →Comer como evento social
Há jantares em que a comida pede concentração. Outros ganham força justamente porque a mesa permanece em movimento.
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O outro lado das montanhas
Toda viagem precisa, em algum momento, quebrar a própria lógica.
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O horizonte entra na taça
Em Franschhoek, a montanha não fica do lado de fora da experiência. Ela aparece na luz, protege o vale, acompanha as vinhas e acaba, de alguma maneira, entrando na taça.
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Uma mesa aberta para o vale
Existem restaurantes com vista. E existem mesas em que a paisagem participa da refeição.
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Quando a origem vira percurso
A palavra “origem” aparece com frequência na gastronomia. Em Babylonstoren, ela deixa de ser conceito e vira caminho.
Ler esta história →
Uma cidade entre taças e ruas
É fácil chegar a Stellenbosch pensando primeiro em vinho. Foi importante sair de lá lembrando também de uma cidade.
Ler esta história →
Fogo depois da vinha
Depois de uma experiência densa em Waterford Estate, continuar no mesmo registro teria sido um erro.
Ler esta história →
Entre duas costas, sem atalhos
O último capítulo completo da edição regressou ao mar.
Ler esta história →
A proximidade também exige distância
Poucas imagens da Península do Cabo produzem uma reação tão imediata quanto os pinguins-africanos de Boulders.
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A última mesa sobre as vinhas
Encerrar uma viagem é mais difícil do que começar. A primeira mesa carrega expectativa. A última carrega memória.
Ler esta história →
Quando o porto vira cotidiano
O V&A Waterfront é um dos lugares mais conhecidos de Cape Town. Justamente por isso, seria fácil transformá-lo em mais um item de roteiro.
Ler esta história →Quem nos abriu as portas
Quando começamos a organizar a memória da primeira Cooking in South Africa, percebemos que os lugares não eram suficientes.
Ler esta história →ENSAIO DE PESSOAS · PRIMEIRA EDIÇÃO
Quem nos abriu
as portas.
Quando começamos a organizar a memória da primeira Cooking in South Africa, percebemos que os lugares não eram suficientes.
Ler o ensaio completo →PESSOAS DA EDIÇÃO
Lugares se tornaram
encontros.
Reencontre os anfitriões que cozinharam, conversaram e compartilharam seus lugares conosco em 2025. Cada nome abre a história desse encontro.


A cozinha do COY
Ryan ColeO oceano em linguagem contemporânea




DIÁRIO DA EDIÇÃO
Oito dias.
Oito capítulos para voltar.
Volte à viagem dia a dia: da primeira cozinha em Cape Town à mesa de despedida em Constantia, passando pelas vinhas, pela montanha e pelas estradas do interior.

Cape Town
A cidade entrou pela cozinha.
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Constantia
O tempo guardado em vinho.
Ler o diário →
Cape Town
A cidade vista de outras alturas.
Ler o diário →
Klein Karoo
O outro lado das montanhas.
Ler o diário →
Franschhoek
A mesa como paisagem.
Ler o diário →
Stellenbosch
A cozinha deixou de ter plateia.
Ler o diário →
Stellenbosch & Helderberg
O vinho em linguagem contemporânea.
Ler o diário →
Península do Cabo
Entre duas costas.
Ler o diário →O QUE FICOU DEPOIS DA VIAGEM
A viagem terminou.
O arquivo continua vivo.
Ficaram receitas, vinhos, paisagens e fotografias. Mas ficaram sobretudo relações capazes de dar contexto aos lugares — e de permitir que novas histórias sejam escritas sem começar do zero.
As histórias de 2025 permitem voltar a esses encontros e perceber detalhes que continuam conosco depois do regresso.
PRÓXIMA EDIÇÃO · 14–22 MAIO 2027 · PARTICIPAÇÃO MEDIANTE CONVITE
O vivido prova a relação.
O futuro abre outra história.
A experiência de 2027 nasce de relações que já existem, mas não promete repetir 2025. Regressamos ao Cabo para aprofundar encontros, territórios e uma forma de viajar construída com tempo e proximidade.Conhecer a próxima edição →