COOKING IN SOUTH AFRICA
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Franschhoek

CAPÍTULO 05 · A EDIÇÃO QUE VIVEMOS

A mesa como paisagem.

Franschhoek

DIÁRIO DE BORDO · DIA 05

Montanha, vinha, jardim e cozinha pareciam fazer parte do mesmo gesto. Em Franschhoek, a hospitalidade tornou o território visível.

O QUE PERMANECEU

O almoço se prolongou até que já não fosse possível separar a conversa, a luz, o vinho e o vale. Tudo fazia parte da mesma mesa.
  1. 01
    MANHÃ · MONT ROCHELLEO horizonte na taça
  2. 02
    ALMOÇO · LA PETITE FERMEUma mesa aberta para o vale
  3. 03
    TARDE · BABYLONSTORENDa terra à mesa

O RELATO DO DIA

O dia em
três movimentos.

Reencontre o percurso nas cozinhas, nas paisagens e nas conversas que marcaram o dia.

01 · MANHÃ · MONT ROCHELLE

O horizonte na taça

As vinhas de Mont Rochelle abriram um dia dedicado à relação entre paisagem e hospitalidade. Com Terence Morris e Michael Langenhoven, a prova aproximou o grupo das escolhas que dão forma aos vinhos da propriedade.

A montanha não funcionava como fundo. Orientava a luz, protegia as vinhas e participava do sabor que chegava à taça.

02 · ALMOÇO · LA PETITE FERME

Uma mesa aberta para o vale

Kyle Norris e Wikus Pretorius conduziram uma experiência de proximidade em que prato, vinho e vista foram percebidos juntos. A mesa do chef não buscou espetáculo: criou espaço para compreender produto, técnica e lugar.

O almoço demorou o necessário. Era justamente essa permanência — impossível num programa apressado — que permitia à hospitalidade revelar-se.

03 · TARDE · BABYLONSTOREN

Da terra à mesa

Em Babylonstoren, jardim, horta, animais, café e cozinha formavam um ecossistema legível. A origem não era um discurso abstrato, mas algo que se podia percorrer.

O dia terminou entre cultivo e paisagem, deixando claro que Franschhoek vale menos como coleção de propriedades e mais como uma rede viva entre terra, pessoas e mesa.

Brinde ao fim da tarde diante das montanhas de Franschhoek

UM INSTANTE DO DIA

O almoço continuou na luz.

A mesa já tinha cumprido o seu programa, mas ninguém parecia disposto a separar o vinho da conversa ou a conversa da paisagem. O fim da tarde mostrou por que permanecer também é uma escolha de curadoria.

AS EXPERIÊNCIAS DO DIA

Cada encontro,
por dentro.

O capítulo se abre por experiência para preservar as pessoas, os lugares e os gestos que deram sentido ao percurso.

01

MONT ROCHELLE

Vinho e montanha

A prova aproximou o grupo das escolhas que ligam encosta, luz, cultivo e vinho.

Lareira acesa durante a visita a Mont Rochelle.
Garrafas apresentadas durante a prova em Mont Rochelle.
Vinhas e encosta vistas a partir de Mont Rochelle.
Apresentação à mesa durante a visita a Mont Rochelle.
Participantes erguem as taças à mesa em Mont Rochelle.
02

LA PETITE FERME

O almoço que permaneceu na luz

Prato, vinho e vale foram percebidos juntos numa mesa que durou o tempo necessário para a hospitalidade aparecer.

O anfitrião recebe o grupo diante do vale e coloca a paisagem dentro da experiência.
O vale de Franschhoek ao pôr do sol, visto de La Petite Ferme.
Velas e taças sobre a mesa em La Petite Ferme.
Um dos pratos servidos em La Petite Ferme.
Outra composição à mesa em La Petite Ferme.
03

BABYLONSTOREN

Jardim, ingredientes e hospitalidade

Cultivo, animais, café e cozinha formaram um percurso concreto entre origem e mesa.

O burro junto à cerca introduz a fazenda como organismo vivo, não como cenário decorativo.
Galo entre a vegetação de Babylonstoren.
Uma casquinha de sorvete durante a visita a Babylonstoren.
Equipamentos de destilação e garrafas em Babylonstoren.
Equipamentos de café em Babylonstoren.